Quem sou eu
- Nunes
- Eu gosto de acreditar que “o pensamento é um pedacinho de futuro, que permanece no campo do sentimento até o momento em que se materializa”. Eu gosto de pensar, porque, assim sendo a vida, provida da qualidade de transformar o verbo em tudo, tudo vira possibilidade a partir de um pensamento, já que tudo se inicia a partir dele e tudo se realiza a partir de um sim. Os cientistas quânticos descobriram, agora de fato, que cada ser deste vasto universo possui o predicado de construir o seu mundo, com as nuances próprias de cada um e suas preferências. É portanto que desejo a sabedoria dos filósofos, mas, ainda mais, a realização dos meus pensamentos.
sábado, 4 de junho de 2011
4 - VIVENDO
Oi, meu irmãozinho
Estou com saudades de você.
Gostei muito de suas palavras doces. Elas me saciaram um pouco. Me passam serenidade e me fazem reconhecer uma vida plena, farta, e muito amor.
Como ando?
Ando devagar..... levo este sorriso... Pois Deus me fez pra ser feliz....
Deus me fez visualizar um mundo que não conhecia.
Um mundo em que as controvérsias da vida são meramente saltos na busca incessante de Deus.
Estou muito bem. E apostando tudo na solução mais óbvia de amar.
Meus dias se passam e eu não sei o que vem. Só acolho e jogo para cima.
Ainda não tenho expectativas, não quero tê-las.
Estou vivendo, realizando os designos divinos.
A minha capacidade vem do dar que enobrece minha alma e estou me amando. Mas dando um amor maior...
Arquitetando uma nova vida.
E sabe Jesus vive mandando os recadinhos positivos.
Estou recebendo.....
Feliz e curtindo o fogo brando, que faz com que minha confiança renasça.
Como vc diz, nada como o tempo.
Graças a um anjo sem asas....
Beijos
Le
3 - O TEMPO
Minha irmã,
fragmentei os meus pensamentos em fatias pois foi assim que eu li o que você escreveu.
Fragmentei também a minha resposta aproveitando os pedaços de tempo que sobraram entre uma visita e outra que chegaram à minha sala.
O tempo, irmãzinha... o tempo. Esta coisa que Deus criou para brincar com a impaciência destes pequeninos.
O tempo é o labirinto... dura o quanto se demora para encontrar a saída.
Se quando pouco ou muito eu não sei, porque quem o mede é a minha ansiedade, esta que é a parte mais insana do meu ser. Se medido pelo relógio, posso dizer que permaneci oito anos observando os verdes ciprestes de um labirinto, vezes procurando a sua saída e vezes querendo voar a dominar o tempo pela brevidade. Mas, a cera sempre derretia antes que eu pudesse ver além.
Se pelo tempo de Deus, de tão breve, posso contar em menos de um minuto.
Simples, minha irmã, simples...
Jamais o vazio que encheu o coração daquela outra alma me fez tanto mal. Vazio que sempre existiu, mas que estava cheio de uma paixão inconsistente e volátil.
Diferente mesmo da lenha que queima devagarinho.
O presente, desta vez, foi a ausência fértil, aquela que deixa o coração pronto para um novo plantio.
E, estando o meu terreno arado, adubado e corrigido, busquemos lavrar o seu.
Preciso saber como andas.
Nunes
2 - A RESPOSTA
O Pastor Marcelo diz que existem no mundo dois tipos de pessoas:
as que consideram o passado como uma carga e as que o consideram como caminho.
Qual a diferença?
Não se relaciona à qualidade das experiências e sim à liberdade de que desfrutam em relação a elas.
Umas deixam o passado no passado as outras o carregam no presente.
Pense comigo, o que aconteceu a um minutinho atrás já é passado. (lembro da Dona Maria falando).
E aí a sensação pode ser gloriosa, mas é unica. Pode ser deprimente, mas é unica.
E passou.
Todos nós corremos atras do nossos sonhos. Almejamos sucesso, valorização, conquistas e projeção.
Imaginamos que se alcançarmos as metas que estabelecemos, seremos mais amados e felizes.
Por isto lidamos tão mal com as frustações e fracassos. São sinais de que não teremos exito?
Colocamos o exemplo de Moisés. Será que sua não entrada foi um fracasso pessoal?
Acredito que não, pois ele viu a confiança em Deus, o cumprimento da promessa que o sempre motivou.
E então como ouço meu irmão falar: DEUS TE FEZ PARA SER FELIZ. todo o tempo.
Devemos enxergar através da oração e da Fé e isto. Tirar este tampão do rosto. que nos faz pensativos, pré-ocupados.
E na fé é mais importante ver do que possuir.
Ter visão é realiza-se no fato de ter sido chamado por Deus para uma obra especial.
Deus abre seus horizontes neste tempo... um tempo rico de acontecimentos e experiências.
Onde te resgasta das travas que te impediam de viver bem, ligado aos fatos do passado.
O descobrir, o enxergar estes dias, foi mais importante. Segue teu caminho, o novo, pois a fila anda e o paraíso te espera.
Ame-se.. cuide-se...
assim ... com tranquilidade... compreendendo e superando os limites e desafios
e Deus só tem prazeres pra te oferecer. Uma vida plena.
Que o rolar na cama seja para pensar nas realizações e alegrias de cada dia, construindo futuros e diluindo bons presentes.
Mas que seja o amadurecimento, sadio, incondicional de amor. e bem devagarinho, como forno a lenha, em cada um de nós.
Aproveite o presente deste dia como momento único de regrar a semente a cada minuto.
Le.
Mais uma linda conversa...
1 - GRITOS
Você me questiona e eu te respondo, por vezes sincero mas por outras na tendência do que "eu desejo". E, assim, acabo misturando os meus pensamentos até ficar perdido dentro deles. Misturo sonho com realidade temperado com uma pitada de futuro e um maço de passado, levo ao forno em fogo muito brando e, por fim, após lento tempo de cozimento, sento-me solitário na cabeceira da mesa e saboreio um banquete de tristeza, mas com aroma de alegria.
Minha paz fica desprotegida em migalhas que caem no tapete e então a insensatez chega sorrateira e as devora.
Palavras revestidas de ouro são ditas, mas do que valem sem a compreensão essencial?
O santo Paulo disse que "a letra mata, mas o espírito vivifica..."...que, "ainda que eu falasse a língua dos anjos, sem amor eu nada seria". Mas, o espírito e o amor estão ausentes...
Mesmo assim eu permaneço e, ao fim deste insano jantar, dispenso a sobremesa porque a cama me espera ansiosa para espreitar o espetáculo que despreza o fio dental e a escova, que sequer figurantes, esperam imóveis alvorecer junto com o sol.
O ator principal: o pensamento; o coadjuvante, figurante: eu. Não precisa dizer que rolamos por horas feito cobras no cio.
O sono enfim chega e, junto com ele, sonhos desmedidos de personagens insólitos gritando algo que não compreendo.
Aprendi que o sofrimento é o termômetro do erro, balizador do acerto... mas, onde está o erro? O que é o erro? Será que a paixão, o apego e a vaidade se transformaram em tapas para os meus ouvidos? Tiro-as portanto, não sem esforço, para provar a última cartada, o último trunfo ou, para ser lírico, a sobremesa do jantar que ficou esquecida sobre a mesa.
Ouço os gritos daqueles personagens do sonho, os gritos da minha irmãzinha Le, os gritos daqueles que me amam e me conhecem, que somados geram um trovão que abala o mundo, o grito de Deus, que diz só uma palavra composta: AME-SE.
"Ame o teu próximo como A TI MESMO"... "aceite o perdão e o amor do nosso Pai querido"... "ide e evangelizai a toda criatura"... "ensine a boa nova"... mas...
"NÃO DÊ PÉROLAS AOS PORCOS"
Como se não bastasse este grito que liberta, sinto em mim a melancolia outrora vivida com tanta intensidade só para lembrar o sofrimento que já vivi e que talvez não tenha sido suficientemente compreendido.
Então compreendo por minha própria vontade (e necessidade). Tarde talvez, mas compreendo.
Sofri porque desejei o paraíso... e não só isso... não queria ir sozinho.
Para me seguir, elegi-a ... mas esqueci de perguntar se ela queria...
Na minha interferência não desejada e não pedida, até as palavras doces que desejei dizer se transformaram em féu. Quanta ignorância alimentei.
Sofrimento compreendido, espero pelo próximo, porque "a fila anda"...
Subo num banquinho e recolho a minha alegria que está lá em cima, na última prateleira... bato a poeira velha que a cobre e visto neste único corpo para o qual foi desenhada e confeccionada com esmero. O paraíso me espera!
Então, o sol nasce novamente iluminando o creme dental e a escova, quais lavarão os meus dentes que, junto com meus olhos, empreenderão a anunciação da minha alegria de viver neste caminho de flores que é a vida.
Só peço que os gritantes não desistam de mim, mas, se isso acontecer, como diz o Pe. Fábio de Melo, "que seja bem devagarinho".
"onde houver sol é pra lá que eu vou..."
Lembra desta conversa, Le?
Nunes
quarta-feira, 1 de junho de 2011
AMOR & VIDA
Pensando na vida, eu tenho ouvido Deus insistir e dizer a todo momento que eu devo perceber e me apropriar da liberdade soberana que Ele me oferece. E, ouvindo, eu tenho descoberto que honrar o Deus que vive no meu coração é justamente viver nesta liberdade. É ser submisso por opção e por um motivo, liberto de qualquer conceito pré-estabelecido e não ouvir o outro no sentido de herdar as suas frustrações.
Eu não vou me sentir livre plenamente se o que eu faço é imitar pessoas ou seguir conceitos de pessoas.
Eu defendo sim, esta forma mais livre de aceitar e compreender Deus, porque é só o que faz sentido. Por intermédio da Bíblia Ele diz: "lembre-se que você era escravo no Egito, não queira voltar a sê-lo, porque Eu já te libertei".
Por isso que o amor nasce na decisão. Porque é opção de cada um ser livre e o amor é a manifestação que se traduz na vontade de quem se faz submisso porque quer.
A liberdade do amor baila no Kairos. Enquanto Chronos, o primo-irmão da solidão dito por Alceu Valença, é o tempo que passa produzindo o envelhecimento, o tempo da ausência de Deus, o kairos é o tempo com Deus, aquele que pára enquanto estamos aos Seus olhos. Estar no kairos é viver a vida em abundância... estar com Deus é amar. MOMENTOS ETERNOS NO AGORA.
É uma escolha, “a não ser que você ame, sua vida passará como um flash”.
Quanto à vida, "até que enterremos nossos mortos, não é possível saber".
No entanto, vejo a vida envolta num grande paradoxo a considerar o que aprendi dela até agora estando com os pés neste mundo. Já aprendi que se você se apegar à sua vida a perderá... que a vida só é vivida na entrega e na renúncia.
Deste assunto trata o filme GRAN TORINO. Vale a pena ver esta ideia exposta.
Morrendo, ou seja, entregando-se, a semente se prepara para germinar. Ela deixa a perspectiva do invólucro para assumir um corpo livre e disposto a fazer parte da vida.
A planta germinada não é outro ser, é o mesmo, porém passando a enxergar outras perspectivas que, enquanto semente, era impossível.
Do mesmo modo vive a lagarta que, enquanto lagarta, apenas se alimenta de folhas e caminha com fé. Enquanto lagarta pensa como lagarta e sente o mundo como lagarta, até que mergulha no deserto do seu tempo de crisálida. Espera paciente a chegada do tempo de borboleta, então, o que dantes era mundo de lagarta passa a ser mundo de borboleta. O alimento que antes era folha, agora é néctar. De quem antes tinha o chão como base, agora tem todo o céu.
O que mudou? A perspectiva.
Essa é a boa nova, a libertação, mas não podemos ser libertos por mais ninguém além de nós. Então como fazer outro coração se libertar? DEMONSTRANDO? Fazendo primeiro... Se o meu coração vibra e está em paz EU SOU a própria presença divina em ação e neste estado posso interferir na energia de uma cidade inteira.
Por isso é importante meditar. Exercitar o significado de entrega. Entregado o que penso, o que sinto, me expando em todos os sentidos, me multiplico, me conecto, já não sou mais apenas do tamanho que eu era, e isso suplanta qualquer conceito ou preconceito.
Somos o que somos, só falta nos apropriarmos de tudo. É como um cheque em branco nas mãos - basta sacar.
Este texto foi extraído de uma linda conversa...
terça-feira, 26 de abril de 2011
O LIVRO DE ELI x GRAN TORINO
Já dizia Saint Exupery que o essencial é invisível aos olhos. Porque é invisível, inodoro, insípido e intocável, os olhos não poderiam mesmo senti-lo. Porém, o essencial é sensível ao coração, que guarda a janela da alma.
O essencial é o que muda, como próprio termo já o explica, é essência de tudo, a parte da programação da alma que te eleva a experimentar a vida abundante ou te reprime em dias sombrios.
Em tempo de evolução, tudo é definido e construído a partir da essência humana, que deve estar no primeiro cuidado de quem vive.
Este é um momento apropriado para pensar, pois passamos há pouco pela quaresma, um tempo que foi guardado para o jejum dos nossos vícios. Enquanto jejuamos, pensamos e cuidamos... “Vigiai e Orai”.
Então, se desejas cuidar da sua essência, é importante que feches algumas janelas e abras outras. Para isso é que temos este tempo, porque o essencial penetra como o cheiro e, o perfume, quem escolhe é você.
Falando de essência, quero comentar dois filmes que trazem essências totalmente distintas embora ambos se intitulam mensageiros de Deus, são eles: O Livro de Eli e Gran Torino.
O primeiro diz de um homem que foi incumbido, por um ser intergalático, de guardar e transportar para o oeste, onde seriam impressas novas cópias para serem distribuídas novamente no mundo, o único exemplar da Bíblia Sagrada, que sobrou após a guerra. Enquanto caminhava para este destino o homem pôde experimentar o poder que lhe fora oferecido pelo ser intergalático. Dizia ele que o poder emanava do livro. Assim, nada lhe acontecia, sequer um tiro de fuzil poderia ser capaz de abatê-lo.
Bem, desviemos um pouquinho do assunto para explicar o por quê, neste enredo, a Bíblia se tornou um livro quase extinto: - é que as pessoas sobreviventes culparam o livro sagrado pela guerra que devastou o mundo, então, revoltos e tomados de ira, queimaram todos os livros que tinham a denominação “Bíblia Sagrada” da face deste tenebroso planeta, exceto aquele em poder do protegido.
Então, o missionário seguia caminhando, matando e humilhando por onde passava para chegar ao seu destino de posse do famigerado livro. Detalhe: - ele havia memorizado toda a Bíblia lendo-a em braile, porque era cego.
Bem, penso eu: se ele havia lido diversas vezes a Bíblia, certamente leu também o novo testamento que trouxe o verdadeiro entendimento a tudo, principalmente quanto ao uso do perdão e do amor. Pergunto eu: - qual a parte do “não matarás” que este exemplar missionário não compreendeu? E pior, protegido pela "couraça de aço" invisível, matava dissolutamente.
O segundo filme fala de um homem, pai de uma família materialista, que, após a morte da esposa, convivendo com os vizinhos que ele antes não gostava, descobriu o verdadeiro sentido de ser cristão.
Sei que apenas um parágrafo é pouco para descrever um filme, mas falamos aqui de essência que também é condensação.
De fato, o que difere um filme do outro é que o primeiro fala de um poder de guerra emanado por um livro, poder que mata e humilha na visão materialista e imediatista de quem está para vencer pela espada, porquanto assim, desprovida da essência cristã. Aí que mora o perigo, aos expectadores que absorvem esta essência diversa, há um retrocesso evolutivo.
Já o filme “Gran Torino” também diz de um poder, porém o efetivo, aquele que provém da entrega e da submissão. Eis que se traduz em poder permanente.
Penso que Deus seja assim. Não Lhe interessa o que é aparentemente óbvio, os Seus olhos estão somente para o que constrói essencialmente cada uma das suas criaturas. É sim fonte de poder, mas de poder de felicidade e vida abundante.
A confusão que ocorre no interior das religiões é justamente esta. A visão materialista e primitiva ainda paira nas mentes humanas, porque somos jovens. As guerras subsistirão até que passemos a acreditar no poder que rebenta da submissão e da entrega.
É uma realidade que acontece na medida em que nos tornamos maduros.
Faz sentido?
Nunes
segunda-feira, 18 de abril de 2011
ANDANDO A ESMO
Andando a esmo e vivendo a esmo, eu percebi que há uma nova regra geral para o mundo:
Ainda preciso elaborar melhor esta percepção, mas em síntese, é mais ou menos assim: - O sexo oposto, a raça oposta, as convicções religiosas opostas, o time oposto... possuem características próprias que não são as minhas. São defeitos ou qualidades que o outro possui por fazer parte daquele sexo, daquela raça, daquela religião, daquele time...etc, atributos muito diferentes daqueles que eu possuo.
Talvez por questão de organização, ou para que melhor compreendamos o novo sistema, é que o mundo criou inúmeros grupos antagônicos e separou este daquele pelas próprias características. Em cada um colocou um carimbo e uma marca para que todos possamos saber a que grupo pertencemos. Então, assim ficamos organizados, “cada um no seu quadrado”.
Em seguida, o mundo pediu que repetíssemos: “que as minhas qualidades sejam exaltadas e assim eu me sinta superior e eleve também o meu grupo”... “receba então os aplausos dos outros membros do seu grupo por isso”.
Após esta exaltação do EU vem a segunda ordem do mundo: “abomine os defeitos dos membros de outros grupos e os considere intoleráveis”... então, abominamos.
O mundo percebeu que a idéia funcionou.
Porque a revolução aconteceu e deixamos de confiar nos nossos parceiros, sejam eles amigos, esposa, marido, pai, mãe, filho... já que são tantas divisões que ficou quase impossível concatenar duas pessoas ou mais nos mesmos grupos antagônicos, a começar pelo sexo. Depois disso deixamos de acreditar que a convivência entre pessoas era boa.
Uma demanda cresceu nesta nova sociedade, a das frases prontas: “... são todos iguais”, “... são mercenárias”, “... são bambi”, “... só querem enganar”, “... traem”, “... são idólatras”, etc.
Foi outra grande invenção, porque, sem essas frases, ficaria muito difícil distinguir um grupo do outro, por isso elas são mais do que necessárias.
Mas, ainda estamos aprendendo a respeito desta nova ordem de perfeição e, ainda bem, temos a ajuda da mídia. Outro dia eu vi um filme em que um homem, possuidor de imensurável perfeição, conseguiu buscar a sua esposa no inferno. Deus deve ter ficado pasmo diante daquele exemplo de consciência perfeita. O seu plano ficou pequeno nas mãos de uma criatura que superou em muito o seu criador.
Que maravilha! Além das frases prontas, a nova sociedade também criou modelos. É bem mais fácil assim.
Estou gostando cada vez mais. Tudo está ficando tão excitante e fácil de compreender. Muito melhor do que certas parábolas que confundiam a minha cabeça.
Talvez o plano de Deus esteja mesmo ficando obsoleto porque, antigo, ele é baseado em pessoas imperfeitas, que cometem pecados e sofrem com eles.
Talvez Deus seja mesmo este ser egoísta que prefere sozinho assumir a responsabilidade da perfeição, por isso esteja perdendo voz no mundo em que já se vê seres tão perfeitos quanto Ele.
Mas, mesmo obsoleto, tem algo que ainda me intriga em Deus... É que aos seus olhos, nós, as suas criaturas, “brilhamos todos na mesma intensidade” e não possuímos pecado algum.
Como eu não possuo pecado? Que absurdo! Eu não consegui sequer me aproximar em perfeição daquele homem que buscou a sua esposa no inferno... então, os meus pecados estão onde? Na minha cabeça?...rs
Assinar:
Postagens (Atom)





